Gestos do Silêncio
Tudo o que a pressa e a rigidez da vida silenciaram encontra voz, cor e forma

Gestos do Silêncio é um convite à escuta atenta de si pelo ato criativo: uma jornada com começo, meio e novo começo, em que a imagem se torna espelho e via de expressão das paisagens da alma.
Diante da aceleração dos tempos e de tantas narrativas de separação, este é um espaço para respirar e se demorar, contemplar o vazio e retomar o processo criativo da vida — assumir a insurgência de criar um espaço-tempo para serenar a vida, sem atalho, sem respostas prontas nem soluções simples para tanta complexidade vivida.
A não interpretação e o desapego estético são partes essenciais do processo.
Em tempos de superficialidade e artificialidade, é cortejar a atenção e exaltar o potencial criativo que nos é natural — adentrar o lúdico, apreciar as imagens que despertam sentires e sentidos.

As mãos criam gestos,as palavras e os silêncios se aproximame os corações guiam.
Mandala Livre e Espontânea
individual · online
A mandala é o círculo sagrado que delimita o caos exterior e dá contorno ao vazio fértil da alma.
Dez encontros semanais em sessões de 60 minutos
Online, pela plataforma Zoom
A Mandala Livre e Espontânea também acontece em grupo. Caso você já tenha um grupo ou queira mais informações, entre em contato.

Pintura Livre e Espontânea
em grupo · presencial
A pintura é a grande folha em branco para pinceladas largas, em movimentos amplos, livres e espontâneos que revelam imagens tecidas pela alma.

De relações públicas às relações lúdicas
Foi em 2015 que anotei num caderno essa frase que nunca mais esqueci. Há frases assim — chegam antes de nós.
Desde a minha mais antiga memória, crio e recrio mundos pela imaginação. Na infância, o refúgio era o meu mundo interior, num quintal de cimento e muito céu. No silêncio e na quietude eu encontrava a paz que não percebia no mundo.
Estudei Comunicação, consolidei carreira, fui até o limite possível. E, no auge, precisei romper. Em 2014, atravessei uma profunda crise existencial que exigiu pausa, silêncio, rupturas — e não se deixou resolver depressa. Foi preciso me demorar nela, sem saber o que viria.
Do outro lado da travessia, encontrei na arte o caminho para a expressão de tudo o que ficou represado. A imaginação, silenciada pelo caminho, pôde enfim tomar voz, cor e forma.
A comunicação que eu exercia era linear, atendia a resultados. A que pratico hoje é circular: cria campo de escuta, de cocriação, de sentido que se tece junto.
Inspirada pelas pequenas plantas que surgem nas rachaduras do asfalto e dos muros, nas frestas semeio um espaço vivo de experiências — pelos processos terapêuticos expressivos, o cultivo do lúdico e do cuidado.
A frase do caderno levou anos para ser compreendida. De relações públicas às relações lúdicas. Hoje ela revela, na trajetória contada, o rastro visível da linha que se avivou e virou círculo. Sigo, assim, espiralando novos começos.
Arteterapeuta (AATESP 725/1220), pós-graduada em Psicologia Transpessoal e em Arteterapia na abordagem junguiana. Facilitadora do Método I.am.I.® de Pintura Espontânea (The Organization for the Arts & Whole Brain Learning, NY). Certificada pelo MARI. Mestranda em Pensamento Complexo — onde investigo as interfaces entre o imaginário simbólico e a complexidade.

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“Fui acolhido em um espaço seguro, livre de julgamentos, onde a consciência de mim mesmo pôde emergir de forma natural e respeitosa. A jornada não buscava me reduzir a diagnósticos, rótulos ou explicações simplificadoras — permitiu ampliar minha experiência humana, favorecendo uma integração mais profunda entre corpo, coração e alma.”— O.
“Caminhei com a Layla por uma linda jornada de autodescoberta, cura e integração. Sempre me senti vista e acolhida, nunca julgada. Que a partir do seu trabalho muitas pessoas possam aprender a brilhar de dentro para fora.”— C.